Nasceu da necessidade de uma reflexão por um mundo mais justo, com igualdade de oportunidades, respeito às diferenças, preservação do patrimônio cultural, consciência ambiental, desenvolvimento sustentável e, principalmente, a construção de uma identidade sólida dentro de uma cultura de PAZ.
Busca referências na cultura oral dos africanos, brasileiros e cubanos, além de muitos outros povos, para a conscientização de sua importância como patrimônio cultural, identificando seus elementos e as interações entre eles.
Traz em seu conteúdo o trabalho para a formação de um pensamento crítico e introdução do público a novas realidades, para que possa: “perceber-se integrante, dependente e agente transformador da sociedade”. Proposta que vai ao encontro dos Parâmetros Curriculares Nacionais.
Objetivo
Romper com as fronteiras do planeta através de canções e histórias;
Deflagrar histórica e artisticamente a África, o Brasil, Cuba e outros povos;
Buscar referências em várias culturas para a conscientização da importância do patrimônio cultural;
Resgatar e identificar a influência de outras culturas na construção da identidade brasileira;
Desenvolver a sensibilidade e a criatividade latente no ser humano;
Exercitar a ética;
Desenvolver uma cultura de PAZ.
Metodologia
Contação de Histórias;
Contato com culturas de vários povos;
Canções (voz, violão,flauta transversal, gaita e percussão) sobre liberdade, luta e força interior;
Estudo da Lei Federal 10.639/03, modificada pela 11.645/08;
Espaço de tempo aberto aos participantes para indagações;
Intercâmbio Cultural entre países diversos.
PÚBLICO ALVO
Profissionais da Educação, Empresas, Crianças e Adultos
BUZÃO DE HISTÓRIAS... "ENTRANDO NA HISTÓRIA"
Dentro do nosso ônibus :
contação de histórias
música
exposições de arte
exibição de filmes
venda e troca de livros
Promovemos:
treinamentos de liderança
reuniões motivacionais
pequenas festas
cursos
final de tarde feliz
Atendemos:
empresas
hospitais
escolas
universidades
centros comunitários
condomínios
livrarias
Nos vazios do silêncio escreve-se a história dos homens. Tecido de palavras sussurrantes de gestos singulares que o contista organiza em narrativas únicas. No solo polvilhado de farinha de cevada torrada em torno do qual juntam- se os ouvintes, ressoam os cascos de um cavalo.O som eleva-se entre o sonho e nós, como uma poeira dourada.O herói passou e deixou seu vestígio na areia de nossas memórias onde sobreviverá. Bricout, Conto e Mito
Durante séculos, a aprendizagem foi realizada por meio da transmissão oral. Através dos mitos, dos contos, do teatro e de todas as formas possíveis de comunicação oral e corporal,transmitiam-se valores, costumes e regras sociais.
A escuta de uma história, além de liberar emoções, ajuda o indivíduo a determinar o tempo, o lugar e o modo de fruir de cada obra.
As histórias possibilitam o contato com outras realidades, culturas, experiências e visões de mundo, ajudam a compreender os conflitos, valorizar a ética e a união nas relações pessoais. Nessa concepção, a oralidade, a leitura e a escrita são atividades integradas e complementares.
A imagem de alguém contando “causos” em volta da fogueira é recorrente no imaginário popular.
Ajuda no trabalho educativo com a diversidade cultural, recomendado pelos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais),orientação geral dada pelo Ministério da Educação.
Com tantas diferenças sócio-culturais no país, uma história ou um conto popular tem o poder de aproximar as pessoas.
Atualmente empresas de grande porte se utilizam de contadores de histórias para encontros motivacionais.
OBS: alugamos o ônibus para filmagens e eventos
Kombinando Cantos e Contos
OBJETIVO
Democratizar o acesso à cultura, por meio de apresentações:
contação de histórias e música
exposições de arte
venda de livros para diversos públicos
venda de brinquedos tradicionais (pião,bolinha de gude, bonecas de pano)
periodicamente troca de livros
Reafirmamos a necessidade de inclusão cultural, trazemos o universo de outros povos e sua influência em nossa cultura conscientizando crianças e adultos de qualquer nível social e econômico, para a construção de uma identidade sólida.
Público alvo: crianças, adultos, professores e terceira idade
Plano de trabalho: A kombi ambientada se desloca até os locais das apresentações para crianças ou adultos ouvirem cantos e contos do mundo.
Manutenção do projeto e da kombi é feita através da cobrança de ingressos e ou parcerias.
Ao chegarmos de uma viagem à Santiago de Cuba, nomeados como Membros do Comitê Internacional do Festival del Caribe - Fiesta del Fuego,nós do Sansakroma sem fronteira...Débora e Julio D'Zambê, trouxemos em nossa bagagem as fortes impressões sobre o Monumento ao Cimarrón do escultor Alberto Lescay(Financiado pela UNESCO dentro do projeto A Rota dos Escravos que consiste em fazer ações no mundo onde houve escravidão.)
No início do ano de 2007, lançamos oficialmente o projeto “Cimarronagem” no Brasil, com o apoio do diretor da Casa del Caribe, Sr. Orlando Vergés em Santiago de Cuba, órgão do Ministério da Cultura de Cuba, cujo ministro é o Sr. Abel Prieto.
Objetivo
Participação cultural das crianças brasileiras, no Festival Internacional do Caribe com seus desenhos sobre Cimarronagem – “a atitude do bem” em exposições itinerantes na Casa del Caribe e escolas de Santiago de Cuba, acompanhadas de perto pelo escultor Alberto Lescay e a historiadora Lourdes Jacobo García.
Intercâmbio cultural entre escolas Brasileiras e Cubanas.
Entrega do certificado de participação no Festival del Caribe para cada participante.
Metodologia
Inicia-se a ação educativa ambientando a sala de aula com as Bandeiras Oficiais do Brasil, Cuba , Estado de São Paulo e Prefeitura de São Paulo, além do mapa mundi e o bunner do Festival del Caribe.
Trabalha-se os aspectos geográficos , políticos e históricos de Cuba e Brasil.
Enfatiza-se que crianças no mundo inteiro , no mesmo instante estudam, ouvem histórias, desenham e contam, como eles.
Apresenta-se a palavra Cimarrón e seu significado, que deu origem ao tema Cimarronagem.
“A cimarronagem é uma atitude humana , a mais humana, a que mais desenha o ser humano porque expressa sua impossibilidade de ser escravizado.O homem historicamente tratou de escravizar o próprio homem, mas o homem não se deixa domesticar” Alberto Lescay
Desenvolve-se a idéia entre os participantes de quem poderia ser um Cimarrón?
1- a criança que não bate na outra;
2- a criança que divide o lanche com a outra;
3- aquele que recebe com alegria outra criança vinda de longe para estudar na mesma escola;
4- aquele que acolhe com carinho e respeito o portador de necessidades especiais;
5- a criança que senta ao lado do parente acamado para ouvir e contar pequenas histórias;
6- a criança que trata com cuidado as plantas, os animais, as pessoas, o ar e a água e a água;
7- a criança que respeita os pais,avós e professores;
8- a criança que entende a situação financeira dos pais, e não se entrega ao consumismo desenfreado;
9- os profissionais comprometidos com a ética como: o médico, o bombeiro,o professor, o policial, o pedreiro, o enfermeiro, o lixeiro, e tantos outros;
10- pessoas de várias partes do mundo que representam a PAZ, a RESPONSABILIDADE, a ÉTICA e o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL como: Gandhi,Mandela,CheGuevara, Madre Tereza de Calcutá, Chico Mendes, Zumbi dos Palmares,as Marias, o Josés, as Clarices, os Paulos,e tantos outros.
Observação
" Foi a maior e a mais original participação internacional em vinte e sete anos de Festival”. Orlando Vergés, diretor da Casa del Caribe
SANSAKROMA SEM FRONTEIRA... PROFESSORES
Coordenadores: Débora e Julio D’Zambê
Nasceu da necessidade de uma reflexão por um mundo mais justo, com igualdade de oportunidades, respeito às diferenças, preservação do patrimônio cultural, consciência ambiental, desenvolvimento sustentável e, principalmente, a construção de uma identidade sólida dentro de uma cultura de PAZ.
Busca referências na cultura oral africana e brasileira para a conscientização de sua importância como patrimônio cultural, identificando seus elementos e as interações entre eles.
Traz em seu conteúdo o trabalho para a formação de um pensamento crítico e introdução do público a novas realidades, para que possa: “perceber-se integrante, dependente e agente transformador da sociedade”. Proposta que vai ao encontro dos Parâmetros Curriculares Nacionais.
Objetivos
Sensibilizar o professor para o enfrentamento de algumas dificuldades diante da prática escolar;
Falar sobre África de maneira simples, sem a preocupação de enfocar religião e escravidão;
Perceber como o individual e o social estão interligados;
Refletir sobre a memória, muito além dos registros efetivados pela história oficial;
Deflagrar histórica e artisticamente a África e o Brasil;
Buscar referências na cultura oral africana e brasileira para a conscientização de sua importância como patrimônio cultural;
Resgatar e identificar a influência da cultura africana na construção da identidade brasileira;
Desenvolver a sensibilidade e a criatividade;
Exercitar a Ética;
Desenvolver uma cultura de PAZ.
Metodologia
Contação de Histórias Africanas;
Contato com culturas de vários países da África, Angola, Congo, Nigéria, Zâmbia, Togo, África do Sul e outros;
Canções Brasileiras e Africanas (voz, violão, flauta transversal, gaita e percussão) sobre liberdade, luta e força interior;
Exposição de Arte Africana ( Máscaras e Esculturas)
Exibição de Instrumentos ( Djembê e Mbira)
Exposição de Roupas ( Bogolan e de Gala Nigeriana)
Reflexões sobre a Lei Federal 10.639/03, modificada pela 11.645/08;
Discussão sobre a importância da memória na formação de professores;
Espaço de tempo aberto aos participantes para indagações.
Histórias e Livros
Por que o Cachorro corre atrás do Gato;
Por que a galinha cisca no terreiro;
Origem do Homem;
Mãe África, editora Paullus;
Como o Criador Fez surgir o Homem na Terra, editora Mundo Mirim;
Nzuá e o Arco-Íris, Global editora;
A Tranças de Bintou, Cosac Naify;
Chico-Rei, Global editora;
Por que os Mosquitos zunem no ouvido da gente, Global editora;